13:00 05 Dezembro 2020
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    Brasil enfrenta COVID-19 (101)
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    O Ministério da Saúde divulgou neste sábado (28) que o número de casos confirmados do novo coronavírus subiu para 3.904, enquanto as vítimas fatais somam agora 114.

    O novo balanço representa um acréscimo de 22 mortes e 487 casos em relação ao anterior, divulgado na sexta-feira (27). 

    No informe de ontem, as mortem somavam 92, com 3.417 casos confirmados. 

    Inicialmente, o ministério havia anunciado 111 mortes, mas depois o número foi alterado para 114, pois o governo do Ceará informou sobre mais três vítimas fatais.

    Trata-se do segundo maior aumento diário de casos até agora no Brasil. Na sexta-feira, a alta em relação ao dia anterior tinha sido de 503 novos casos. 

    O estado com o maior número de casos é São Paulo, com 1.406, seguido pelo Rio de Janeiro, com 558. Dos 22 óbitos, 16 ocorreram em São Paulo, que já registra 84 mortes pelo coronavírus. 

    A taxa de letalidade da COVID-19, doença provocada pelo vírus, é de 2,8%. 

    569 pessoas estão internadas no país

    Segundo o governo, 569 pessoas estão internadas com a enfermidade no país. 

    O Piauí registrou a primeira morte por COVID-19 no estado. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) confirmou neste sábado o falecimento de Antônio Nonato Lima Gomes, prefeito da cidade de São José do Divino.

    Na coletiva em que apresentou os dados, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, pediu esforços conjuntos para superar a crise. 

    "O SUS é um bicho de três patas. Para planejar dentro do SUS você precisa da União, dos estados e dos municípios. Essas três patinhas têm que ir todas na mesma direção. Se uma pata vai para outro lado, começa a girar ou ir para o lado", disse o ministro, segundo o portal UOL.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o isolamento da população para combater a disseminação do coronavírus, medida que vem sendo adotada por governadores e prefeitos do país. O presidente Jair Bolsonaro, no entanto, defende um isolamento vertical, apenas de idosos e grupos de risco, para não prejudicar a economia

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    Tags:
    balanço, economia, Jair Bolsonaro, Ministério da Saúde, doença, pandemia, COVID-19, mortes, novo coronavírus
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