00:00 06 Abril 2020
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    Brasil enfrenta COVID-19 (234)
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    O Ministério da Saúde atualizou na tarde deste domingo os números do novo coronavírus no Brasil. O número de mortos chegou a 25, um acréscimo de 39% em relação ao número anterior de vítimas fatais.

    A pasta ainda informou que já chegam a 1.546 os casos confirmados da COVID-19 em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal – crescimento de 37% nas últimas 24 horas.

    Por regiões, o Sudeste ainda é o que mais concentra o número de casos do novo coronavírus no Brasil, com 59,9% do total de casos (926 infectados confirmados), dos quais 631 estão em São Paulo e 186 no Rio de Janeiro.

    Outros 231 casos estão na região nordeste, seguidos de 179 nos estados do sul, 161 na região centro-oeste e 49 já registrados nos estados do norte brasileiro.

    Os dados foram apresentados em uma entrevista coletiva virtual iniciada pelo secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson de Oliveira.

    Ainda segundo ele, o Brasil está entrando na "fase crítica" da doença e enfatizou que a prioridade agora é fazer o maior número possível de testes.

    Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, em conferência junto com seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, passa álcool-gel na mão e usa máscara
    © REUTERS / Adriano Machado
    Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, em conferência junto com seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, passa álcool-gel na mão e usa máscara

    Além disso, ele informou que a mineradora Vale doou kits de teste de um fornecedor na China e que a intenção é fazer entre 30 mil e 50 mil testes diários.

    Polêmica sobre cloroquina

    Em seguida, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, observou que o vírus se mostra muito competente para realizar a transmissão e que a teoria de que o SARS-CoV-2 não se espalharia tão rapidamente nos países tropicais devido às altas temperaturas está sendo desmantelada.

    Em outro momento, Mandetta criticou a corrida de parte da população às farmácias em busca da cloroquina, substância que é usada para tratar a malária, artrite e lúpus e que, suspeita-se, pode ter algum tipo de benefício ainda não comprovado no combate ao coronavírus.

    Porém, o ministro nada mencionou sobre a iniciativa do presidente Jair Bolsonaro em aumentar a produção da cloroquina justamente para combater a COVID-19.

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    saúde, COVID-19, coronavírus chinês, novo coronavírus, Ministério da Saúde, Brasil
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