11:03 31 Maio 2020
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    O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira que o Brasil recuperará a normalidade em seis ou sete meses, após a crise causada pelo novo coronavírus.

    "Esperamos que em três ou quatro meses o pico do vírus diminua e que em seis ou sete meses o Brasil retorne ao normal", disse o presidente em uma transmissão ao vivo no Facebook, usando uma máscara.

    Bolsonaro revisou algumas das medidas tomadas nesta quinta-feira por seu governo, como o fechamento de fronteiras terrestres com países fronteiriços da América do Sul, exceto o Uruguai.

    Ele também citou os avanços médicos no Reino Unido e nos EUA para procurar um medicamento contra a COVID-19 e revelou que uma fonte em Israel disse a ele que "em um mês" o país terá uma vacina.

    Presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa ao lado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em Brasília
    © Folhapress / Frederico Brasil / Futura Press
    Presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa ao lado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em Brasília

    Bolsonaro aproveitou a oportunidade para criticar as medidas restritivas que alguns governadores estão impondo, como o fechamento de lojas, shopping centers, academias etc. e o estudo de ações mais drásticas, como o bloqueio de fronteiras entre os estados brasileiros.

    "A economia tem que funcionar, as pessoas não vão ficar em casa e não comer nada", criticou o presidente, que há dias é contra esse tipo de medida – apoiada por especialistas dentro e fora do governo.

    A fala de Bolsonaro veio no dia em que o número de mortos no Brasil subiu para sete, e o presidente declarou que seu governo está tomando medidas acionáveis para combatê-lo, destacando ainda que seu papel não é causar pânico no país.

    Minutos antes, o governador do estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, anunciou que está avaliando a possibilidade de fechar as fronteiras desse estado brasileiro, o segundo mais afetado pelo vírus SARS-CoV-2, com 65 casos.

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    Tags:
    Wilson Witzel, Jair Bolsonaro, COVID-19, política, saúde, vacina, novo coronavírus, Rio de Janeiro, Israel, Brasil
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