13:48 31 Março 2020
Ouvir Rádio
    Brasil
    URL curta
    532
    Nos siga no

    Segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego recuou em todo o país, bem como o emprego informal, apesar do número de desocupados continuar alto.

    A taxa de desocupação caiu para 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, uma queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (de agosto a outubro de 2019), quando ficou em 11,6%. Em relação ao trimestre encerrado em janeiro de 2019, quando a taxa foi de 12,0%, foi registrada queda de 0,8 ponto percentual.

    Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O estudo aponta que 11,9 milhões de pessoas ainda estão desocupadas no Brasil.

    "O nível da ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas em idade de trabalhar, manteve-se estável (54,8%) em relação ao trimestre antecedente, mas subiu em relação ao mesmo período do ano anterior, quando era estimado em 54,2%", comenta a analista da PNAD Contínua, Adriana Beringuy, citada pela Agência IBGE Notícias.

    A taxa de informalidade recuou de 41,2% no trimestre de agosto a outubro de 2019 para 40,7% no trimestre encerrado em janeiro de 2020.

    "Esse recuo está associado à redução de aproximadamente 479 mil trabalhadores informais em relação ao trimestre móvel anterior", acrescentou Beringuy.

    Por outro lado, o contingente de empregados com carteira assinada cresceu 1,5% frente ao trimestre anterior, um acréscimo de 540 mil pessoas, e 2,6% frente ao mesmo período do ano anterior, acréscimo de 845 mil pessoas.

    "Houve manutenção do aumento do emprego com carteira assinada no setor privado, influenciado ainda pelos resultados econômicos do final de 2019", concluiu a analista.
    O contingente de pessoas desalentadas se manteve estável em 4,2%, próximo do nível máximo da série histórica, atingido em 2019 (4,4%).

    Tags:
    IBGE, trabalho, Brasil, desemprego
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar