16:25 14 Novembro 2019
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    Eike Batista deixa a sede da PF, na região portuária do Rio, após depoimento

    Eike Batista é preso pela Polícia Federal durante operação da Lava Jato

    Fernando Frazão / Agência Brasil
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    Dois mandados de prisão e cinco de busca e apreensão foram expedidos pelo Juiz Marcelo Bretas para esta fase da operação Lava Jato, incluindo o de Eike Batista.

    Eike Batista foi novamente preso pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (8), em casa, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro, onde cumpria prisão domiciliar desde 2017.

    Os dois mandados de prisão expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do RJ, incluíam o empresário Eike Batista e seu contador, Luiz Arthur Andrade Correia, conhecido como Zartha, que está no exterior. A operação Segredo de Midas cumpre ainda quatro mandados de busca e apreensão.

    Em maio deste ano, Eike Batista foi condenado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por utilizar informações privilegiadas para lucrar no mercado de ações e manipular preços quando era acionista controlador e presidente do conselho de administração da OGX Petróleo e Gás Participações S.A.

    Eike Batista
    © AFP 2019 / Frederic J. Brown
    Eike Batista

    O empresário, que já foi um dos homens mais ricos do mundo, já havia sido preso em 2017, quando desembarcou no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, após chegar do exterior, quando foi condenado pelo juiz Marcelo Bretas a 30 anos de prisão por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

    Aproximadamente três meses depois da prisão, mais precisamente, no final de abril de 2017, Eike Batista deixou o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, para cumprir prisão domiciliar, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.

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    Tags:
    Operação Lava Jato, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, corrupção, condenação, prisão, Brasil
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