05:22 20 Agosto 2019
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    Bonecos tradicionais de Olinda representam líderes mundiais como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (à direita), o líder norte-coreano, Kim Jong-un (à esquerda), e também o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (centro).

    Achou que não ia ter política no Carnaval deste ano?

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    O Carnaval só chegou agora mas a expectativa sobre ele já estava no ar há algum tempo. Samba, fantasias, adereços e a vibração do grave nas ruas já são vistos em algumas cidades enquanto o clima de festa vai tomando conta do ar.

    Acontece que o carnaval sempre foi politizado, desde as escolas de samba denunciando o racismo a marchinhas contra os governos. E não seria diferente no ano seguinte a uma eleição marcada pela polarização política no Brasil. E dessa vez a festa que poderia servir como um alívio para muitos já está marcada pela politização que continua inflamando os ânimos dos brasileiros. A Sputnik Brasil separou alguns exemplos dessa situação.

    Fantasia na faixa

    Um exemplo pitoresco é a faixa de governador inventada por Wilson Witzel. Quando o chefe do executivo do estado do Rio de Janeiro subiu ao poder, mandou confeccionar uma faixa semelhante à tradicional faixa presidencial. A novidade viralizou nas redes sociais e virou ironia como fantasia vendida no comércio popular da cidade maravilhosa.

    Cuidado com o meu boneco

    Você tem medo de sofrer com a violência no carnaval? Um medo comum entre os foliões no Brasil é a violência, mas a a vítima agora pode ser o boneco de Olinda do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. Após polêmica em torno da presença da figura no carnaval de Pernambuco, até segurança foi oferecida para protegê-lo. Muitos foliões estão insatisfeitos com a presença do boneco de Bolsonaro, enquanto outros defendem a brincadeira como algo normal.

    Depósitos, laranjas e goiabas

    Escândalos recentes na política brasileira também já estão desfilando por aí. É caso deste pessoal que resolveu se fantasiar como motorista laranja e também depósitos bancários, em referência às investigações que envolvem o senador Flávio Bolsonaro (PSL) e seu motorista Fabrício Queiroz.

    Junto ao grupo também está uma menina de azul e uma goiabeira, em referência às polêmicas declarações da ministra dos Direitos Humanos, Família e Mulher.

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    Tags:
    carnaval, Flávio Bolsonaro, Wilson Witzel, Jair Bolsonaro, Fabrício José de Queiroz, Pernambuco, Olinda, Rio de Janeiro, Brasil
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