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    Logotipo do WhatsApp no monitor do smartphone e computador, 25 de março de 2017

    Documento mostra oferta ilegal de mensagens por WhatsApp na eleição

    © Sputnik / Natalia Seliverstova
    Brasil
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    Uma proposta de contrato para o envio de mensagens eleitorais no WhatsApp foi obtida pela Folha de S. Paulo. O documento foi enviado ao comitê do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano recusou a oferta.

    Ainda de acordo com a Folha de S. Paulo, a oferta partiu da Croc Services, que pedia R$ 8,7 milhões.

    Proposta de envio de mensagens em massa no WhatsApp.
    Proposta de envio de mensagens em massa no WhatsApp.

    A legislação eleitoral permite apenas o envio de mensagens para números obtidos pelos próprias campanhas. Mensagens para números de outros bancos de dados são proibidas. 

    O sócio-diretor da Croc, Padro Freitas, disse que não sabia que a prática era ilegal.

    Na quinta-feira (18), a Folha de S. Paulo publicou que um grupo de empresários pagavam até R$ 12 milhões em contratos por uma ofensiva contra Fernando Haddad (PT) no WhatsApp.

    A prática é ilegal porque a doação empresarial está proibida por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). 

    Após a denúncia, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu ação para investigar o caso. 

    Tags:
    WhatsApp, Folha de S. Paulo, Geraldo Alckmin, Jair Bolsonaro
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