08:03 30 Novembro 2020
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    Você deve ter visto ao chegar no metrô ou ao passar por uma avenida movimentada nas principais capitais do país: sindicalistas têm colhido assinaturas e convocando para uma passeata no próximo dia 10. A data não foi escolhida por acaso, já que no dia seguinte começam a valer as novas regras do direito trabalhistas aprovadas no Congresso.

    Falando com exclusividade à Sputnik Brasil, o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves Juruna explicou que esta é só a primeira iniciativa de uma campanha mais ampla que visa, além da mudanças em trechos da nova legislação trabalhista que ainda faltam ser regulamentados como a extinção da contribuição sindical obrigatória, também o início do debate contra a reforma da Previdência.

    "É uma maneira de demonstrarmos repúdio a essas regras [trabalhistas]. É uma maneira de nos prepararmos também para a reforma da Previdência, que vai a debate no Congresso Nacional. A ideia é iniciar um processo de informação e discussão no sentido que, se colocarem para votar a Previdência, vamos fazer uma paralisação organizada e nacional", afirmou o sindicalista.

    Juruna disse ainda que estão previstas várias pequenas paralisações por todo o Brasil e atividades nos locais de trabalho. Uma passeata da Praça da Sé até a Avenida Paulista, em São Paulo, deve reunir movimentos sociais, estudantis e sindicais em repúdio ao que foi aprovado.

    Tags:
    reforma da previdência, reforma trabalhista, manifestações, Sputnik Brasil, Força Sindical, Congresso Nacional do Brasil, João Carlos Gonçalves Juruna, São Paulo, Brasil
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