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Que surpresa: Brasil é o mais lindo e com o povo mais legal do mundo

© Sputnik / Gabriel NascimentoSem amarelo, não há Brasil...
Sem amarelo, não há Brasil... - Sputnik Brasil
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Os elogios vêm de longe – dos Estados Unidos. A revista Condé Nast Traveller, voltada para turismo e estilo de vida, publica ranking em que o Brasil "é o país mais lindo do mundo". Ao mesmo tempo, a rede de TV CNN diz que "o Brasil tem o povo mais legal do planeta".

A Condé Nast Traveller ilustra a eleição do Brasil como "o mais lindo" com uma vista aérea das montanhas cariocas, semiocultas pela névoa, o que dá ainda mais beleza à paisagem do Rio. Já a CNN destaca: "Sem os brasileiros, não teríamos o samba nem o carnaval do Rio de Janeiro; não teríamos a beleza do futebol de Pelé e Ronaldo; e não teríamos os minúsculos trajes de banho e as peles bronzeadas que vemos na praia de Copacabana."

Para o presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, este reconhecimento internacional do Brasil se deve a um amplo trabalho que vem sendo desenvolvido para atrair turistas do exterior. Em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, Lummertz afirma:

"O Brasil é realmente um país diferenciado. E nós ficamos muito felizes quando uma importante publicação como a Condé Nast Traveller atesta que o Brasil é o país mais lindo do mundo, nós só temos de ficar muito orgulhosos. Afinal, dentre tantos países belíssimos como Rússia, Argentina, França, Itália, China, Estados Unidos, é impossível não ficarmos felizes com esta escolha e esta referência, que gera um potencial muito grande para o turismo brasileiro. Isto reforça a nossa crença de que podemos transformar estas avaliações em benefícios para nossa população em termos de desenvolvimento turístico, como o conhecimento dos nossos parques naturais e de tantas outras belezas que há no Brasil. Temos cidades históricas, parques temáticos, oportunidades de cruzeiros e tantos outros encantos. O Brasil é mesmo o país mais lindo do mundo."

Sobre a elogiada simpatia do povo brasileiro, o presidente da Embratur comenta:

"Tivemos oportunidade de constatar em grandes eventos, que atraíram para o Brasil pessoas de várias partes do mundo, como o nosso povo é afável, amistoso e simpático. Tivemos aqui a Jornada Mundial da Juventude e a Copa das Confederações em 2013; a Copa do Mundo em 2014; e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio em 2016. Estes só para citar alguns exemplos de como visitantes estrangeiros foram tão bem recebidos pelo nosso povo. Portanto, ler e ouvir estes elogios, principalmente num momento em que o país enfrenta grandes dificuldades, só nos enchem de alegria. Vivemos num belo país que tem um povo simpático, comunicativo, receptivo e muito afável."

© Foto / REUTERS/Sergio MoraesMulher tira foto ao lado da estátua do músico Tom Jobim
Mulher tira foto ao lado da estátua do músico Tom Jobim - Sputnik Brasil
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Mulher tira foto ao lado da estátua do músico Tom Jobim
© Alexandre Vidal / RioturDesfile do Bloco Quizomba, na Lapa, centro da cidade do Rio de Janeiro, dia 04 de março de 2017.
Desfile do Bloco Quizomba, na Lapa, centro da cidade do Rio de Janeiro - Sputnik Brasil
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Desfile do Bloco Quizomba, na Lapa, centro da cidade do Rio de Janeiro, dia 04 de março de 2017.
© Sputnik / Gabriel NascimentoSem amarelo, não há Brasil...
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Sem amarelo, não há Brasil...
© Fernando Maia / RioturVista aérea do Rio de Janeiro com o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar
Vista aérea do Rio de Janeiro com o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar - Sputnik Brasil
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Vista aérea do Rio de Janeiro com o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar
© Fernando Frazão/Agência BrasilPraia de Copacabana em tradicional dia de sol no verão do Rio de Janeiro
Praia de Copacabana em tradicional dia de sol no  verão do Rio de Janeiro - Sputnik Brasil
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Praia de Copacabana em tradicional dia de sol no verão do Rio de Janeiro
© AFP 2023 / YASUYOSHI CHIBAUm membro do conjunto Fino da Música toca violino na frente do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.
Um membro do conjunto Fino da Música toca violino na frente do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro - Sputnik Brasil
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Um membro do conjunto Fino da Música toca violino na frente do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.
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Mulher tira foto ao lado da estátua do músico Tom Jobim
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Desfile do Bloco Quizomba, na Lapa, centro da cidade do Rio de Janeiro, dia 04 de março de 2017.
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Sem amarelo, não há Brasil...
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Vista aérea do Rio de Janeiro com o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar
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Praia de Copacabana em tradicional dia de sol no verão do Rio de Janeiro
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Um membro do conjunto Fino da Música toca violino na frente do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

Radicada no Brasil há 20 anos, a professora de russo Olga Elfimova, natural de Sochi, na Rússia, e hoje moradora na Zona Sul do Rio de Janeiro, concorda inteiramente com essas avaliações, especialmente no que diz respeito à amabilidade do povo brasileiro:

"Quando meus pais e eu chegamos ao Brasil, não falávamos uma única palavra de português, o que não impediu este povo de nos receber muito bem. Eu era criança e pude aprender o idioma português na escola, convivendo com as outras crianças e com os professores. Mas meus pais, adultos, precisaram de certo tempo para se adaptar, pois a cultura e os hábitos da Rússia são diferentes dos costumes do Brasil. Meu pai, físico nuclear, foi enviado para cá para participar de pesquisas em instituições universitárias. E minha mãe se tornou guia de turismo no Brasil. Eu me formei em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e dou aulas de russo. Mas o fato é que meus pais e eu adoramos o Brasil, adoramos o Rio de Janeiro e adoramos o povo brasileiro. Quero ficar aqui para sempre."

Idêntica avaliação tem outra russa radicada no Brasil, a cirurgiã-geral Angelika Ivanova, que em 2013 chegou à cidade de São Paulo para trabalhar no Programa Mais Médicos e desde então atua como médica de família:

"Cheguei ao Brasil sem falar nada de português e hoje, passados 4 anos, consigo me expressar e me entender bem com meus pacientes e meus amigos brasileiros. Na Rússia, eu ouvia muito falar como os brasileiros são amáveis e como eles recebem os estrangeiros, não importa sua nacionalidade. Eu constatei isso e hoje me sinto muito bem no Brasil."

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