22:00 17 Setembro 2021
Ouvir Rádio
    Brasil
    URL curta
    Michel Temer e o silêncio de Eduardo Cunha (69)
    003
    Nos siga no

    O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) ganhou na tarde desta quarta-feira o direito de deixar o presídio da Papuda, em Brasília, para cumprir prisão domiciliar.

    A decisão foi do desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região de Brasília, Ney Bello, e foi divulgada inicialmente pela revista Veja.

    “O fato do processo penal não poder se prestar à ineficácia e à morosidade não autoriza a Justiça a trabalhar por ficção […]. Ofende a língua portuguesa decretar prisão ‘preventiva’ por atos de 2012 a 2015”, diz o desembargador em sua decisão.

    Geddel estava preso desde o dia 3 de julho, por ordem do juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal, de Brasília, sob acusação de pressionar Raquel Pitta, mulher do doleiro Lúcio Funaro – preso na Operação Sépsis, há um ano –, a não fazer delação premiada.

    Na última sexta-feira, Raquel prestou depoimento à Polícia Federal e confirmou ter recebido ligações telefônicas de Geddel, nas quais teria sido “pressionada”. Um dia antes, o juiz Vallisney Oliveira negou um pedido de habeas corpus impetrado pela defesa do ex-ministro.

    Geddel negou ter feito qualquer pressão para Funaro não delatar.

    Tema:
    Michel Temer e o silêncio de Eduardo Cunha (69)

    Mais:

    Alerta de tsunami para o litoral de Temer: Eduardo Cunha dá últimos retoques na delação
    Relator recomenda aceitar denúncia contra Temer
    Artistas lançam campanha a favor da investigação do presidente Temer no STF
    Tags:
    Brasil, Geddel Vieira Lima, Vallisney de Souza Oliveira, Lúcio Funaro, Raquel Pitta, Ney Bello, Polícia Federal, corrupção, Operação Lava Jato, operação cui bono, operação sepsis
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar