16:30 28 Setembro 2020
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    O ministro da Justiça licenciado enfrenta dura sessão de perguntas no Senado que pode transformá-lo em ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) até 2043. Nas respostas, o indicado de Temer tenta negar o que já declarou anteriormente e se esquiva de implicações partidárias.

    No caso do PCC, Moraes disse que quando defendeu a cooperativa Transcooper, lidou com casos relacionados a acidentes de trânsito de motoristas. A empresa foi acusada pelo Ministério Público de ser um empreendimento de fachada da facção criminosa. Moraes disse que as reportagens sobre o tema são "caluniosas".

    “Essas publicações deturpam os fatos e ultrapassam os limites do direito de expressão”, disse.

    Em outra ocasião durante a sabatina, Moraes contradisse o que já tinha afirmado em dezembro durante um fórum de segurança pública. Na ocasião, Moraes disse que pretendia "erradicar a maconha do continente". Hoje, porém, o ministro disse que a informação é falsa e atribuiu a sua propagação a "boatos de internet".

    Impeachment

    Alexandre de Moraes se recusou a responder ao senador Lindbergh Farias (PT) se vai se declarar impedido no julgamento da constitucionalidade do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Caso seja aprovado hoje, será o indicado de Temer para ser o relator do processo na Suprema Corte.

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    Tags:
    Transcooper, Ministério Público, PCC, Supremo Tribunal Federal, Lindbergh Farias, Alexandre de Moraes, Michel Temer, Dilma Rousseff, Brasília
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