14:21 15 Outubro 2019
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    Ministro Edson Fachin

    Opinião: Ministro Luiz Edson Fachin é o nome certo para cuidar da Lava Jato no STF

    Lula Marques / AGPT
    Brasil
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    Nova era da Lava Jato (4)
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    Escolhido por sorteio para substituir o falecido Ministro Teori Zavascki na relatoria da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o Ministro Luiz Edson Fachin é visto como uma pessoa discreta e altamente habilitada para dar plena conta desta missão.

    Partilha da avaliação positiva do Ministro Edson Fachin o advogado Cláudio Pinho, conhecedor do Supremo Tribunal Federal e dos ministros integrantes por ser um operador do Direito muito atuante na Suprema Corte.

    Secretário-geral da Comissão de Direito Constitucional da Seção do Estado do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil, Cláudio Pinho tem plena convicção de que o Ministro Fachin dará pleno prosseguimento à Relatoria da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, e com a celeridade esperada pela sociedade, pelo Ministério Público Federal e pelo próprio STF:

    Ministro Luiz Edson Fachin, do STF.
    Fotos Públicas / SCO / STF / Nelson Jr..

    "Trata-se de um professor de Direito com um perfil e uma forma de atuação muito discreta e eficiente, bastante similar à do falecido Ministro Teori Zavascki", diz o também professor de Direito Constitucional na Fundação Dom Cabral no Rio de Janeiro, Cláudio Pinho, em entrevista à Sputnik Brasil. "Acredito que o Ministro Luiz Edson Fachin seguirá a tendência do seu antecessor de, em questões mais delicadas e complexas, ouvir as opiniões dos demais ministros do Supremo Tribunal Federal. Portanto, em minha opinião, a Relatoria da Operação Lava Jato no Supremo está em excelentes mãos, e vai prosseguir com toda serenidade."

    Cláudio Pinho também ressalta que o Ministro Fachin, assim como o Ministro Luís Roberto Barroso e a Ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, iniciou sua carreira jurídica como procurador de Estado, o que "assegura sua preocupação muito acentuada com a coisa pública". Além disso, Pinho destaca que esses três ministros e mais o falecido Teori Zavascki atuaram como professores de Direito, o que representa uma garantia a mais de que, "como julgadores, são todos fortemente empenhados na Defesa do Estado, da legislação e no mais absoluto fiel cumprimento das leis". 

    Tema:
    Nova era da Lava Jato (4)

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    Tags:
    corrupção, delação premiada, juizes, procurador-geral, relator, Operação Lava Jato, Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, Cármen Lúcia, Cláudio Pinho, Luís Roberto Barroso, Luiz Edson Fachin, Brasília, Brasil
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