16:17 12 Agosto 2020
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    A uma semana para o segundo turno das eleições para a prefeitura do Rio, o candidato Marcelo Crivella (PRB) é citado em delação premiada na Lava Jato, segundo informações do jornal O Globo neste domingo (23).

    Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, negocia com o Ministério Público Federal (MPF) uma delação capaz de minar de vez a campanha de Crivella quando vier a público, segundo relata o jornal

    Alguns trechos da delação revelam que, em 2010, o sobrinho de Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, procurou Graça Foster, então diretora de Óleo e Gás da Petrobras, para pedir ajuda financeira para sua campanha ao Senado. 

    Graça o teria encaminhou a Duque, o delator, que, por sua vez, acionou João Vaccari, então tesoureiro do PT. 

    “Segundo Duque, Vaccari tratou de acionar Carlos Cortegoso, o Carlão, dono das gráficas Focal e CRLS, as mesmas que são investigadas na ação do TSE que pode cassar a chapa de Dilma e Temer”, diz O Globo.

    Segundo as informações recebidas pelo MPF, 100 mil placas para a campanha de Crivella foram impressas ao custo de cerca de R$ 12 milhões descontados da propina da Petrobras.

    A assessoria do candidato negou as acusações. 

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    Tags:
    delação premiada, campanha, Caixa 2, Operação Lava Jato, propina, O Globo, Ministério Público Federal, TSE, Petrobras, Carlos Cortegoso, João Vaccari, Marcelo Crivella, Renato Duque, Graça Foster, Rio de Janeiro
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