00:09 18 Novembro 2019
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    É a terceira maior greve da categoria desde 2004

    Greve dos bancários completou 23 dias

    Fernanda Carvalho/ Fotos Públicas
    Brasil
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    A greve dos bancários, iniciada em 6 de outubro, completou 23 dias nesta quarta-feira, 28. É a terceira maior greve da categoria desde 2004 quando a paralisação durou 30 dias. Em 2013, a segunda maior do período, a greve ocorreu por 24 dias.

    Na terça-feira, 27, o Comando Nacional dos Bancários reuniu-se com a Fenaban, Federação Nacional dos Bancos (braço sindical da Febraban, Federação Brasileira dos Bancos). Representantes da categoria informaram, ao final do encontro, que os banqueiros sinalizaram com um novo modelo de acordo, que passará a ter validade de dois anos, ao invés de um, como ocorreu nos últimos anos.

    Os bancários querem reajuste de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando a inflação de 9,31%; participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários acrescidos de R$ 8.317,90; piso no valor do salário mínimo do Dieese (R$ 3.940,24), e vales alimentação, refeição, e auxílio-creche no valor do salário mínimo nacional (R$ 880). A categoria também reivindica décimo quarto salário, e fim do que considera “metas abusivas e assédio moral.”

    Ainda de acordo com a categoria, os bancários recebem um piso de R$ 1.976,10 (R$ 2.669,45 no caso dos funcionários que trabalham no caixa ou tesouraria). A regra básica da participação nos lucros e resultados é 90% do salário acrescido de R$ 2.021,79 e parcela adicional de 2,2% do lucro líquido dividido linearmente entre os trabalhadores, podendo chegar a até R$ 4. 043,58. O auxílio-refeição é de R$ 29,64 por dia.

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    Tags:
    bancários, greve, Febraban, Fenaban, Brasil
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