00:52 22 Julho 2019
Ouvir Rádio
    Eolicas Brasil

    Em termos de energia eólica, Brasil vai de vento em popa

    Aloisio Moreira/SEI
    Brasil
    URL curta
    221

    O Brasil atingiu mais um recorde de geração eólica no Sistema Interligado Nacional. No último dia 13, o país registrou o valor máximo diário de geração eólica, correspondente a 5.804 MW médios, decorrente, dentre outros motivos, da expansão da capacidade instalada de geração eólica no Brasil.

    Em agosto deste ano essa capacidade atingiu 9.327 MW, representando um acréscimo de 2.790 MW na comparação com mesmo mês de 2015. De acordo com o Informativo Preliminar Diário da Operação do Operador Nacional do Sistema (ONS), a quantidade gerada pelos ventos foi 606 MW médios superior na comparação ao primeiro maior recorde do segundo semestre de 2016, quando foram gerados 5.203 MW médios, no dia 25 de julho. Com a expansão da geração elétrica no Brasil, a previsão para os próximos anos, segundo o Plano de Decenal de Expansão de Energia, é que a capacidade instalada eólica no País alcance 24 mil MW até 2024.

    As fontes eólicas serão fundamentais para que o Brasil possa cumprir as metas de geração de energia renovável assumidas na COP 21. No final de 2015, o país se comprometeu a expandir o uso doméstico de energia gerada por fontes renováveis, além da energia hídrica, para ao menos 23% da matriz elétrica, até 2030. Nesse contexto a geração a partir de fontes eólicas tem papel de destaque, principalmente pelos avanços verificados nos últimos anos e por ocupar o segundo menor preço de energia da matriz energética nacional e gerar cerca de 30 mil empregos por ano, em toda a cadeia de valor.

    Mais:

    Potencial da energia eólica no Brasil corresponde ao de 20 usinas hidrelétricas de Itaipu
    Rosatom vai investir US$ 1,3 bilhão em energia eólica
    Tags:
    empregos, meio ambiente, matriz elétrica, usinas eólicas, energia renovável, ONU, COP 21, Operador Nacional do Sistema (ONS), Brasil
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik
    • Comentar