12:35 23 Agosto 2019
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    Ex-ministro do STF Joaquim Barbosa

    Joaquim Barbosa classifica o impeachment de 'tabajara' e agita o Twitter

    Nelson Jr./SCO/ STF
    Brasil
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    Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, relator do mensalão, chamou de "tabajara" o impeachment da presidenta eleita e permanentemente afastada Dilma Rousseff.

    Barbosa, em sua conta no Twitter, disse que Michel Temer não terá o respeito dos brasileiros e chamou Temer de "caudilho".

    "Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. Explico", continuou. "O homem parece acreditar piamente que terá o respeito e a estima dos brasileiros pelo fato de agora ser presidente. Engana-se."

    Em seguida, o ex-ministro escreveu em inglês. Falou que o processo é "vergonhoso" e que "de repente as altas forças políticas conservadoras dominaram o Brasil". "Eles pegaram tudo!" "Eles dominam o Congresso. Estão em volta do novo presidente (um político que pode ser comparado aos velhos caudilhos latino americanos kkkkk)"

    Confira alguns dos tweets da Joaquim Barbosa, que prometeu mais comentários sobre o processo político no Brasil durante a noite.

    ​Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. Explico.

    ​It's so embarassing! All of a sudden highly conservative political forces took over Brazil.

    ​como profissional do Direito, não posso deixar de mencionar uma manipulação recorrente dos políticos e de muitos jornalistas

    ​A todo momento, os políticos e os jornalistas diziam: "o processo está sendo "monitorado", "todo conduzido", "vigiado" pelo STF.

    ​Era como se estivessem "jogando toda a responsabilidade" pelo impeachment nos ombros do STF.

    ​Era como se estivessem "jogando toda a responsabilidade" pelo impeachment nos ombros do STF.

    ​Mas a responsabilidade perante a Nação é do STF, que "avalizou", que "convalidou" todo o processo! Tenha paciência!

    ​Assumam as respectivas responsabilidades pelo ato grave que praticaram!

    ​Não transfiram a responsabilidade para o STF, que na verdade, em matéria de impeachment, pode fazer pouquíssimo. E fez pouquíssimo.

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