09:58 18 Junho 2018
Ouvir Rádio
    Agentes da Polícia Federal do Brasil, dezembro de 2016 (foto de arquivo)

    Polícia Federal indica principal suspeito de assassinato de três brasileiras em Portugal

    © AFP 2018 / ANDRESSA ANHOLETE
    Brasil
    URL curta
    0 11

    A Polícia Federal do Brasil identifica principal suspeito de cruel assassinato de três mulheres brasileiras em Portugal.

    Dinai Alves Gomes, ex-namorado de uma das brasileiras assassinadas, é o principal suspeito. Ele se encontra desaparecido desde que os corpos das brasileiras foram encontrados no hotel e spa de cães e gatos perto de Lisboa, onde ele trabalhava, informou o jornal Estado de Minas

    A mãe das vítimas, Michele Santana Ferreira de 28 anos, que estava grávida de 3 meses, e Lidiana Neves Santana de 16 anos, está recolhendo recursos para realizar o transporte dos corpos de Portugal para Minas Gerais, estado natal das irmãs. Primeiramente, a campanha no site GoFundMe era destinada ajuntar dinheiro para que a mãe das vítimas pudesse ir à Portugal tentar encontrar as filhas e uma amiga delas, Thayane Milla Mendes, de 21 anos, desaparecidas desde janeiro.

    A polícia portuguesa também acredita que o principal suspeito seja Dinai. De acordo com a mãe das vítimas, Dinai voltou ao Brasil em janeiro, logo depois do desaparecimento das três mulheres, chegando a afirmar que elas estavam bem, mas que não estavam entrando em contato, pois tinham se mudado para Londres e não queriam que o trabalho soubesse sobre isso.  

    O Itamaraty informou que as mulheres planejaram viajar para Londres, mas não há registros da saída de Portugal ou entrada em Londres.

    Umas das razões do assassinato para Polícia Judiciária de Portugal pode estar relacionada ao fato de envolvimento amoroso entre duas das vítimas.

    Mais:

    Polícia não vê indícios de terrorismo no assassinato de Berlim
    Jornalista russo encontrado morto na Ucrânia
    Tags:
    suspeito, desaparecimento, irmãs, assassinato, Portugal, Brasil
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik