17:27 02 Abril 2020
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    O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, e o secretário nacional de Segurança Pública, Celso Perioli, estão no Rio de Janeiro, para acompanhar a ocorrência envolvendo uma equipe da Força Nacional, que foi atacada no Complexo da Maré, informou em nota a Assessoria do Ministério da Justiça.

    Três militares estavam numa caminhonete, quando dois foram atingidos. Um deles foi atingido na cabeça, passou por cirurgia e está em observação. Ele foi identificado como Hélio Andrade. O outro foi atingido sem gravidade e já obteve alta.

    O ministro Alexandre de Moraes, durante a coletiva de imprensa, buscou tranquilizar as famílias dos feridos e negou a morte de militar, noticiada pela imprensa. 

    “Em primeiro lugar eu quero tranquilizar a família do capitão Alen, do soldado Rafael, dois dos três que estavam na viatura. Um deles, o capitão Alen, teve leves ferimentos, já está no hospital do Galeão e será liberado rapidamente. O soldado Rafael não teve ferimentos. Em relação ao soldado Hélio, nós temos um ferimento grave. Diferentemente do que vem sendo noticiado e isso é importante, eu resolvi falar antes da nossa reunião no CICC, ele não faleceu, ele está sendo operado. O neurologista já está há quase duas horas operando, fazendo a transfusão de sangue necessária. Nós acreditamos e temos fé de que ele vai sobreviver a isso.”

    Segundo o ministro, suspeitos do ataque já foram identificados. “Tivemos essa ocorrência, este lamentável e covarde ataque à Força Nacional, que acabou errando um caminho. Nós já estamos com as nossas forças de inteligência identificando as pessoas. Duas pessoas já foram identificadas. E nós vamos atuar para prender essas pessoas rapidamente.”

    Ministro não quis responder à pergunta sobre uma possível operação no complexo da Maré. 

    “Nós não vamos adiantar nada. Porque daqui eu estou me dirigindo ao CICC (Centro Integrado de Comando e Controle). Solicitei, além da Polícia Federal, que nós acompanha aqui, também a presença da secretaria da segurança pública, da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Rodoviária Federal. Para que possamos analisar os fatos que levaram a isso, e possamos evitar futuros fatos. Possamos dar uma resposta rápida”, concluiu Alexandre de Moraes.

    Tags:
    Ministério da Justiça, Força Nacional, Alexandre de Moares, Complexo da Maré, Rio de Janeiro, Brasil
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