17:13 23 Agosto 2019
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    Manifestação contra o impeachment de Dilma, no Largo da Batata, em São Paulo

    Twitaço contra impeachment: #GolpeAquiNão entra para o 'trending' do Twitter

    Paulo Pinto/ Agência PT
    Brasil
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    Enquanto começava na manhã desta sexta-feira (15) a sessão na Câmara dos Deputados para discutir o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a hashtag #GolpeAquiNão entrou para os 'trending topics' dos assuntos mais comentados do Twitter.

    Os internautas contrários ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff não perderam tempo e criaram a hashtag #GolpeAquiNão para divulgar notícias, comentários, fotos e campanhas relacionadas com o processo de impeachment de Dilma Rousseff. 

    Notícias locais de diversos pontos do Brasil foram divulgadas pelos internautas, que compartilharam os muitos protestos pontuais que aconteceram na manhã desta sexta-feira. 

    Diversos movimentos sociais foram às ruas nesta sexta-feira protestar contra o processo de impeachment de Dilma Rousseff. 

    ​Também não faltaram discussões, críticas e piadas direcionadas aos apoiadores do impedimento de Dilma. Abaixo, o internauta Claudio Gonzalez ironiza os chamados 'coxinhas'. 

    ​O próprio Partido dos Trabalhadores (PT) aproveitou a plataforma para fazer campanha contra o que o governo e seus apoiadores chamam de 'golpe'. Segundo o PT, 'golpe' é o único nome possível para esse impeachment sem crime de responsabilidade. 

    Durante o 'Twitaço', não faltaram manifestações de apoio ao processo de impeachment e contrárias ao governo do PT. Abaixo, um perfil no Twitter ironiza a suposta segregação promovida pelos manifestantes governistas.

    ​ E mais manifestações paralisando as ruas da cidade contra o impeachment…

    ​​Acontece nesta sexta-feira, na Câmara dos Deputados, a sessão no Plenário para discutir o parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), aprovado em comissão especial, que recomenda a abertura do processo de impeachment.

    Serão realizadas sessões sucessivas até que todos tenham concluído as suas falas, entrando pela madrugada de sábado. "Ficarei 24 horas no ar", disse o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. 

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