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    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nota no final da tarde desta quinta-feira, 28 de maio, na qual informa ter apresentado ao Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro, "de forma espontânea", os contratos firmados por ela em gestões anteriores à atual, de Marco Polo Del Nero.

    Na quarta-feira, 27 de maio, a CBF já havia anunciado a intenção de reanalisar “todos os contratos ainda vigentes e remanescentes de períodos anteriores”.

    “O documento foi protocolado e endereçado ao procurador-chefe do MPF no Rio de Janeiro. A CBF manifestou apoio integral a toda e qualquer investigação e se colocou à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se façam necessários”, diz a nota. 

    As medidas da CBF foram motivadas pela prisão de seu ex-presidente, José Maria Marin, na Suíça. Marin e outros seis dirigentes da FIFA foram presos, acusados de extorsão, fraude e lavagem de dinheiro, no que o Departamento de Justiça norte-americano chama de “um esquema de 24 anos de enriquecimento por meio da corrupção no futebol”.

    Outra medida tomada pela CBF até o momento foi o afastamento de Marin do cargo de vice-presidente da entidade. Além disso, o prédio da sede da CBF, batizado de “Sede José Maria Marin” na fachada, amanheceu hoje sem o nome do dirigente. Marin também foi afastado pela FIFA, informou Agência Brasil.

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    Tags:
    corrupção, Polícia Federal, FIFA, CBF, José Maria Marin, Brasil
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