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    Somente neste ano, 37 empresas chinesas arrecadaram US$ 12,6 bilhões (R$ 67,76 bilhões) por meio de IPO nos EUA, quase o dobro dos US$ 6,6 bilhões (R$ 35,49 bilhões) levantados no mesmo período em 2020.

    Pequim está considerando medidas para obrigar empresas nacionais que buscam listagens de ações nos Estados Unidos a entregarem o gerenciamento de seus dados a empresas terceirizadas, de preferência estatais, de acordo com a Reuters.

    Segundo a mídia, os reguladores consideram que trazer empresas terceirizadas de segurança da informação para gerenciar e monitorar os dados dos candidatos à oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) poderia efetivamente limitar sua capacidade de transferir dados chineses em terra para o exterior.

    O vazamento de dados chineses dessas empresas seria considerado uma violação das leis de segurança nacional da China.

    O plano é uma das várias propostas que estão sendo consideradas pelos reguladores chineses à medida que Pequim apertou seu controle sobre as plataformas de Internet do país nos últimos meses, incluindo a busca por um exame mais detalhado das listagens no exterior.

    Entretanto, uma decisão final sobre o plano de transferência de dados das empresas vinculadas ao IPO ainda não foi tomada, segundo a Reuters.

    Até o momento, neste ano, 37 empresas chinesas arrecadaram US$ 12,6 bilhões (R$ 67,76 bilhões) por meio de IPO nos EUA, quase o dobro dos US$ 6,6 bilhões (R$ 35,49 bilhões) levantados no mesmo período em 2020, de acordo com a empresa de análise financeira Dealogic citada pela mídia.

    A agência relata que em setembro, Pequim também deve implementar sua Lei de Segurança de Dados, que exige que as empresas que processam "dados críticos" conduzam avaliações de risco e enviem relatórios às autoridades.

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    Tags:
    China, EUA, lista negra, dados, Lei de Segurança Nacional
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