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    A usina nuclear, que sofreu um desastre radioativo em 2011 após um terremoto e tsunami, será analisada por especialistas após a descoberta de uma substância gelatinosa com potencial radioativo.

    Durante a verificação em março de resíduos radioativos na usina nuclear Fukushima-1, no Japão, foi descoberta a fuga de uma substância gelatinosa que emite radiação, relatou no domingo (23) a emissora NHK.

    Segundo a mídia, especialistas examinarão 5.300 contêineres com resíduos radioativos no local, algo que durará até o final de junho.

    Mais tarde, entre julho e dezembro, técnicos da empresa energética japonesa Tokyo Electric Power planejam inspecionar os contêineres que foram enchidos no início da resposta de emergência ao acidente nuclear de 2011.

    Em 11 de março de 2011 o Japão foi atingido por um terremoto e um tsunami, o mais forte já registrado pelo país, que não só resultou em quase 20.000 mortes, mais de 6.000 feridos, mais de 2.000 desaparecidos e mais de 200.000 pessoas desalojadas ainda em 2015, segundo relatos oficiais, como também causou um acidente na usina nuclear de Fukushima.

    O terremoto de 2011, com uma magnitude de 9,0 ou 9,1, foi o quarto mais forte registrado no mundo desde 1900, causando uma onda de tsunami, com ambos os fenômenos contribuindo para o desligamento do funcionamento normal das reações de fissão, do fornecimento de eletricidade e do trabalho dos geradores de emergência.

    Estes problemas, por sua vez, levaram ao derretimento de combustível nuclear, três explosões de hidrogênio e à respetiva liberação de contaminação radioativa.

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    Tags:
    Tokyo Electric Power Co. (TEPCO), Tokyo Electric Power, NHK, Fukushima, Japão
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