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    Nesta quinta-feira (13), o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, assegurou que o seu país não deixaria a Austrália lidando sozinha com a coerção econômica da China.

    Por várias vezes, Washington tem criticado os comportamentos de Pequim, e sendo assim, o presidente norte-americano, Joe Biden, continua buscando trabalhar em suas relações com seus aliados na região do Indo-Pacífico, com o objetivo de conter o crescimento do poder do gigante asiático, explica a agência Reuters.

    "Reiterei que os EUA não deixarão a Austrália [...] sozinha em campo ante coerção econômica da China [...]. E deixamos claro para Pequim que essas ações direcionadas para nossos parceiros e aliados mais próximos impedirão as melhorias em nosso próprio relacionamento [com a China]", disse Blinken em uma entrevista coletiva com a ministra das Relações Exteriores da Austrália, Marise Payne, citado pela mídia.

    Por sua vez, Payne afirmou que Camberra deseja laços construtivos com Pequim, "mas não vamos comprometer nossa segurança nacional ou nossa soberania, e continuaremos a agir para nos protegermos", disse a ministra citada pela Reuters.

    A tensão nas relações sino-australianas vem aumentado desde que Scott Morrison, premiê australiano, exortou Pequim, em 2020, a permitir um estudo independente sobre as origens da COVID-19, desencadeando uma resposta chinesa e sanções econômicas recíprocas.

    Por outro lado, a Austrália também tem se envolvido em treinamentos militares com outros países da região que, por sua vez, acusam Pequim de se envolver em atividades militares agressivas para solidificar o controle dos mares da China Oriental e do Sul da China.

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    Tags:
    aliança, tensões, EUA, China, Austrália
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