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    A China disparou dois mísseis no mar do Sul da China nesta quarta-feira (26) em um ato de "alerta" aos EUA depois que um avião espião norte-americano invadiu o espaço aéreo de exclusão aérea de seu Exército, disse uma fonte próxima aos militares chineses ao jornal South China Morning Post.

    Na terça-feira (25), o Ministério da Defesa chinês revelou que um avião de reconhecimento U-2 dos EUA entrou em um espaço aéreo restrito onde o Exército chinês disparou munição real.

    A intrusão supostamente interrompeu um Exercício militar regular e violou as normas internacionais de segurança marítima e aérea.

    "Esta é a resposta da China aos riscos potenciais trazidos pela entrada cada vez mais frequente de aviões de guerra e embarcações militares dos EUA no mar do Sul da China", declarou a fonte, conforme citado pelo jornal, acrescentando que "a China não quer que os países vizinhos interpretem mal os objetivos de Pequim".

    Os projéteis incluíram um míssil DF-26B de capacidade dupla, lançado da província de Qinghai, no noroeste, e um míssil balístico antinavio DF-21D, lançado da província costeira oriental de Zhejiang.

    Ainda de acordo com a mesma fonte mencionada pelo jornal South China Morning Post, ambos os mísseis foram disparados contra uma área entre a província de Hainan e as Ilhas Paracel.

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    Tags:
    mísseis, drone, espionagem, segurança, defesa, Estados Unidos, Mar do Sul da China, China
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