03:31 15 Agosto 2020
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    Líder norte-coreano, que desapareceu recentemente do público por quase um mês, gerando rumores sobre seu estado de saúde, terá feito mexidas ao mais alto nível na segurança do Estado.

    Depois de quase um mês de ausência, Kim Jong-un deu sinais de vida em início de maio, quando inaugurou uma fábrica, sem que tenha sido dada qualquer explicação sobre os motivos de seu sumiço, alimentando ainda mais a especulação.

    Segundo informou o jornal sul-coreano Korea Herald, baseando-se em um documento obtido pelo Ministério da Unificação da Coreia do Sul, Kim Jong-un teria afastado ao mesmo tempo quer o chefe da agência de espionagem norte-coreana RGB, Jang Kil-song, quer o chefe de seu corpo de segurança pessoal, Yun Jong-rin.

    O mesmo jornal adiantou que o novo líder da segurança pessoal seria Kwak Chang-sik, enquanto a agência sul-coreana Yonhap News, citando o mesmo documento, adiantou que o general do Exército Rim Kwang-il se tornaria o novo chefe do RGB.

    Nenhuma das mídias adiantou a razão para as supostas mudanças nos altos comandos da segurança do Estado.

    O Korea Herald, no entanto, citou especulações de um funcionário sul-coreano não identificado, que sugeriu que Kim Jong-un poderia estar procurando consolidar seu poder e nomear aliados próximos e "com base em desempenho" para cargos-chave no país.

    A remodelação é feita escassas semanas após o líder da RPDC ter feito sua primeira aparição pública após uma ausência de quase um mês, entre 11 de abril e 1º de maio, tendo mesmo faltado às celebrações do Dia do Sol – um dos feriados mais importantes da Coreia do Norte – gerando rumores de que poderia ter ficado doente ou até mesmo morrido.

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    Tags:
    espionagem, Kim Jong-un, Coreia do Norte
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