15:53 09 Julho 2020
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    Nesta terça-feira (14), a Marinha da Índia afirmou estar se preparando para ações militares, mantendo sua vigilância operacional na região do oceano Índico, bem como realizando missões regulares de vigilância marítima, operadas dia e noite.

    As medidas foram tomadas devido à movimentação de um porta-aviões e outros navios de guerra chineses através do estreito de Miyako, em direção ao mar do sul da China.

    "O esquadrão Dornier da ENC, INAS 311, operando a partir da base aérea, está realizando missões regulares de vigilância marítima. Além disso, todos os outros meios aéreos têm sido mantidos prontos para missões e preparados para serem destacados imediatamente, caso seja necessário", indica um comunicado da Marinha indiana.

    O comunicado também menciona que a marinha está preparada para apoiar as autoridades civis do país a fim de manter o fornecimento de bens essenciais durante o isolamento sem precedentes de 40 dias no país.

    "O pessoal do aeródromo foi modificado para garantir que todos os serviços de segurança e instalações necessárias continuem disponíveis", acrescentou.

    O primeiro-ministro da Índia, Narenda Modi, anunciou nesta terça um confinamento nacional até 3 de maio para conter a pandemia de COVID-19.

    Contudo, o comunicado deixou claro que a Marinha não baixaria a guarda para manter seu domínio na região do oceano Índico, que estaria sendo "ameaçada" pelos chineses.

    A China, por sua vez, alegou que a crescente presença na região se deve aos patrulhamentos de rotina.

    Anteriormente, a Marinha indiana teria rastreado um navio chinês próximo das ilhas indianas de Andaman. Além disso, a Forbes informou que a China teria desdobrado pelo menos 12 veículos submarinos autônomos no oceano Índico.

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    Tags:
    China, porta-aviões, Índia, Marinha
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