21:27 04 Abril 2020
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    As autoridades da cidade chinesa de Guangzhou destruirão todas as cédulas coletadas por hospitais, mercados e ônibus para combater a disseminação do coronavírus, reportou jornal.

    O South China Morning Post informou que a agência local do Banco Popular da China (PBC) declarou que todas as cédulas retiradas das seções com alta exposição à doença devem de ser eliminadas.

    De acordo com dados oficiais, 600 bilhões de yuan (R$ 372 bilhões) em cédulas novas foram distribuídos por todo o país no último mês e quatro bilhões foram enviados para Wuhan antes do Ano Novo Lunar (em 25 de janeiro).

    Entretanto, as cédulas de outras partes do país, também afetadas pelo vírus, seriam colocadas em quarentena.

    Recolher e desinfetar cédulas

    "O dinheiro das principais áreas afetadas pelo vírus será higienizado com raios ultravioletas ou aquecido e trancado por pelo menos 14 dias antes de ser distribuído novamente", disse o vice-governador do PBC, Fan Yifei, aos repórteres, complementando que o banco central vai adicionar mais dinheiro aos bancos para ajudar as empresas a continuar suas operações.

    Os bancos comerciais também serão obrigados a recolher e desinfetar as cédulas das referidas regiões e depois enviá-las para o PBC.

    Funcionários descontaminam um escritório em Xangai após surto do coronavírus na China
    © REUTERS / Stringer
    Funcionários descontaminam um escritório em Xangai após surto do coronavírus na China

    O novo coronavírus foi originalmente registrado na cidade de Wuhan em dezembro de 2019. No momento, o número de mortos pela infecção na China subiu para 1.868, com mais de 72.400 casos confirmados.

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    Tags:
    Banco Central da China, yuan, China, doença
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