19:57 23 Janeiro 2020
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    Seis em cada dez japoneses desaprovam o envio de uma missão de inteligência naval ao Oriente Médio, de acordo com um inquérito.

    Segundo um inquérito, citado pela agência de notícias Kyodo, 58,4% dos japoneses opõem-se à missão de coleta de informação em meio às tensões atuais entre os EUA e o Irã, contra 34,4% que apoiam o que será a primeira operação prolongada de inteligência lançada pelas Forças de Autodefesa do Japão no exterior.

    Em 11 de janeiro, dois aviões japoneses de patrulha marítima P-3C saíram da ilha de Okinawa rumo a Yibuti.

    Em 2 de fevereiro o destróier japonês Takanami partirá para o Oriente Médio, em uma missão até o fim do mês.

    Destróier japonês Takanami, em 10 de janeiro de 2020
    © REUTERS / Kyodo
    Destróier japonês Takanami, em 10 de janeiro de 2020

    Segundo o ministro da Defesa do Japão, Taro Kono, 260 militares vão participar da operação, que deverá durar um ano.

    Os militares estarão autorizados a usar armas só para proteger navios japoneses se acontecer algo de imprevisto.

    A missão abrangerá o golfo de Omã, a parte norte do mar Arábico e o estreito de Babelmândebe. A zona de patrulha não incluirá o estreito de Ormuz e o golfo Pérsico. O Japão tomou esta medida restritiva para não ensombrar suas tradicionais relações de amizade com o Irã.

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    Tags:
    inteligência militar, inteligência, missão, Oriente Médio, Japão
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