18:12 11 Novembro 2019
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    Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo (imagem de arquivo)

    'Ameaça chinesa' deve ser levada a sério pelo mundo, afirma Pompeo

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    O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou que a comunidade internacional deve estar consciente da ameaça representada pela China e seu partido governante.

    "Temos de garantir que o mundo compreenda os riscos associados ao Partido Comunista da China e as repercussões daquilo que, francamente, toleramos durante demasiado tempo. A boa notícia é que o presidente [Donald] Trump reconheceu essa ameaça e estamos olhando para ela de frente", declarou Pompeo em uma entrevista ao canal Fox Business.

    Presidente dos EUA, Donald Trump, acena ao lado do presidente chinês, Xi Jinping, após coletiva de imprensa em Pequim, 9 de novembro de 2017
    © AP Photo / Andy Wong
    Presidente dos EUA, Donald Trump, acena ao lado do presidente chinês, Xi Jinping, após coletiva de imprensa em Pequim, 9 de novembro de 2017

    O chefe da diplomacia norte-americana expressou a esperança de que Washington e Pequim alcancem um acordo comercial que "faça sentido" para ambas as partes e reiterou a necessidade de cooperar em todos os campos, mas também indicou vários riscos.

    "Se trata do que está acontecendo em Xinjiang, da transferência forçada de tecnologias, dos ciberataques e de sua atividade no mar do Sul da China, que representa um risco para todos os países asiáticos".

    "Estes são riscos sérios e o presidente Trump está os levando a sério. Precisamos que o mundo se junte a nós nisso", acrescentou.

    Nova fase da guerra comercial

    Em setembro, em meio à guerra comercial entre os EUA e a China, o governo de Donald Trump impôs tarifas de 15% sobre as mercadorias chinesas.

    Porém, mais tarde, em outubro, os EUA suspenderam os planos de aumentar tarifas de 25% para 30%, no valor de US$ 250 bilhões sobre mercadorias chinesas.

    Em 4 de novembro, o Financial Times apontou que os Estados Unidos estão considerando eliminar tarifas avaliadas em US$ 112 bilhões sobre importações chinesas.

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    Tags:
    ciberataque, Mike Pompeo, EUA, China, economia
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