07:42 14 Outubro 2019
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    Um soldado dos Estados Unidos dentro de um tanque M1A2 Abrams durante um exercício militar na Lituânia.

    EUA dizem 'promover paz e estabilidade' com vendas de armas a Taiwan

    © AP Photo / Mindaugas Kulbis
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    No início desta semana os Estados Unidos anunciaram a venda de US$ 2,2 bilhões em armas para Taiwan em uma transação considerada controversa.

    Segundo o governo norte-americano, o objetivo com a venda bilionária é promover a paz na região, conforme disse na segunda-feira (8) o porta-voz do Departamento de Estado, Morgan Ortagus.

    A venda foi confirmada pela Agência de Cooperação de Segurança e Defesa dos Estados Unidos e compreende a transferência de 100 tanques M1A2T Abrams, além de equipamentos relacionados e 250 mísseis antiaéreos Stinger.

    "Nosso interesse em Taiwan, especialmente no que diz respeito a essas vendas militares, é promover a paz e a estabilidade em toda a região", disse Ortagus, que acrescentou que a transação não fere o respeito à política da "China Única".

    Nesta terça-feira (9), Pequim protestou contra a venda de armas a Taiwan e exigiu que os EUA cancelem o acordo, através do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang.

    Segundo a política da "China Única", reconhecida pelos EUA, Taiwan é um território chinês. A ilha é considerada uma província rebelde pelos chineses e mantêm relações diplomáticas com outros países.

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    China, Pequim, Taiwan, Estados Unidos
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