23:59 23 Julho 2021
Ouvir Rádio
    Ásia e Oceania
    URL curta
    9333
    Nos siga no

    O fim da isenção de sanções norte-americanas para compra de petróleo iraniano não agradou a grandes compradores do hidrocarboneto do Irã, dentre eles, a China.

    Pequim criticou mais uma vez a decisão da administração do presidente norte-americano, Donald Trump, de sancionar a importação do petróleo iraniano, alertando sobre a possibilidade de consequências para a segurança do Oriente Médio.

    "A China se opõe firmemente à execução norte-americana de sanções unilaterais e à chamada jurisdição armada duradoura", afirmou o porta-voz do MRE chinês, Geng Shuang, a repórteres, na terça-feira (23).

    "A jogada relevante dos Estados Unidos vai intensificar a turbulência no Oriente Médio e a turbulência no mercado energético internacional", reforçou o porta-voz chinês.

    Mais interiormente nesta semana, Shuang declarou que a China faria o que for necessário para proteger seus interesses comerciais que poderiam ser afetados pela recente decisão norte-americana de isentar as sanções contra petróleo iraniano.

    Na segunda (22), Washington anunciou que vai pôr fim, em maio, à isenção das sanções sobre a importação de petróleo proveniente do Irã.

    A isenção foi dada por um prazo de 180 dias pelos EUA para os oito principais compradores – China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Turquia, Itália e Grécia, com o prazo terminado no dia 2 de maio.

    Mais:

    'Boas-vindas à Marinha': confira imagens da chegada de navios russos à China
    China promete expor potência naval inédita durante desfile nesta semana
    Nova Rota da Seda: 17 países árabes se unem à iniciativa comercial da China
    Tags:
    sanções, petróleo, Irã, China
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar