15:52 15 Outubro 2018
Ouvir Rádio
    Um funcionário chinês da China Xinhua News Network Corp. (CNC) capturado durante uma conferência de imprensa sobre o lançamento de seu canal de televisão global, em língua inglesa (arquivo)

    China pede que EUA não classifiquem veículos chineses como 'agentes estrangeiros'

    © AP Photo / Muhammed Muheisen
    Ásia e Oceania
    URL curta
    681

    O anúncio do Ministério das Relações Exteriores chinês ocorre em meio à discussão entre Washington e Pequim, com a China prometendo retaliar os Estados Unidos por impor tarifas sobre US$200 bilhões a produtos chineses.

    O Ministério das Relações Exteriores chinês espera que os Estados Unidos não criem obstáculos para sua mídia no país, disse o porta-voz do ministério, Geng Shuang, em meio a boatos de que Washington planeja registrar meios de comunicação chineses como "agentes estrangeiros", tal como fez com veículos russos.

    "Até onde eu sei, os EUA e a China falaram sobre esta questão. Esperamos que as partes relevantes forneçam condições favoráveis ​​para o funcionamento normal da mídia, em vez de criar obstáculos", disse Geng.

    Na terça-feira, o The Wall Street Journal informou que o Departamento de Justiça dos EUA ordenou que a agência de notícias chinesa Xinhua e a emissora CGTN se registrassem sob a Lei de Registro de Agentes Estrangeiros (Foreign Agents Registration Act — FARA).

    Em novembro de 2017, o Departamento de Justiça dos EUA forçou a RTN da Rússia e a Reston Translator, parceira da rádio Sputnik, a se registrar sob a FARA. Alguns meses depois, o Departamento também ordenou que a RIA Global, que produzia conteúdo para a agência de notícias Sputnik, também se registrasse como "agente estrangeiro".

    Tags:
    Lei de Registro de Agentes Estrangeiros (FARA), Ministério das Relações Exteriores da China, Sputnik, Reston Translator, Xinhua, RT, CGTN, Departamento de Justiça dos EUA, The Wall Street Journal, Geng Shuang, Estados Unidos, China
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik