12:44 20 Janeiro 2020
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    Se começar um conflito armado na península coreana, dezenas de milhares de cidadãos estadunidenses, que vivem na Coreia do Sul, morrerão, o que será "dano inaceitável" para Washington, afirmou o chefe do Conselho de Segurança Nacional russo, Nikolai Patrushev.

    Ao mesmo tempo, ele declarou ao jornal Argumenty i Facty (Argumentos e Fatos) que "a história demostra que EUA não estão acostumados a levar em consideração a vida de cidadãos de outros países para alcançar seus objetivos, no entanto, Washington não pode desconsiderar o fato de que 250.000 estadunidenses vivem na Coreia do Sul".

    "Em caso de ações militares em grande escala na península coreana, morrerão dezenas de milhares de cidadãos estadunidenses. Para militares de todos os países, tais perdas são consideradas inaceitáveis", destacou.

    Entretanto, o chefe do Conselho de Segurança Nacional russo lembrou que as zonas de lançamento de artilheira e mísseis da Coreia do Norte estão localizadas a apenas 50 km da capital sul-coreana, Seul.

    Em sua opinião, EUA utilizam o problema nuclear e de mísseis norte-coreano "como uma desculpa para continuar militarização da região Ásia-Pacífico a fim de conter Rússia e China".

    De acordo com Patrushev, Washington "está levando a cabo passo a passo seus planos de colocar elementos de seu sistema global de defesa antimíssil nos países da região".

    Ao mesmo tempo, Patrushev sublinhou que a situação na península coreana deve ser resolvida somente através da diplomacia.

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    Tags:
    defesa antimísseis, sistemas de defesa, militares, cidadãos, mortes, guerra, Nikolai Patrushev, Península da Coreia, Ásia-Pacífico, Coreia do Sul, EUA
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