Mais uma dissidência na Coreia do Sul

© AFP 2023 / STRINGER / YONHAPManifestantes durante uma ação de protesto pedindo o impeachment da presidente da Coreia do Sul Park Geun-hye perto da Assembleia Nacional, em Seul, em 9 de dezembro de 2016.
Manifestantes durante uma ação de protesto pedindo o impeachment da presidente da Coreia do Sul Park Geun-hye perto da Assembleia Nacional, em Seul, em 9 de dezembro de 2016. - Sputnik Brasil
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O grupo parlamentar que era a favor do impeachment da presidente da Coreia do Sul irá abandonar o partido no poder na Coreia do Sul, Saenuri, informou a agência Kyodo citando a direção do grupo.

Um novo partido irá chamar-se Novo Partido Conservador Reformista. A sua criação será oficialmente declarada em 20 de janeiro.

A dissidência do partido no poder foi provocada pelo escândalo de corrupção que envolveu a presidente do país, Park Geun-hye.

Em 9 de dezembro, o impeachment da presidente foi aprovado no Parlamento, o que teria sido impossível a parte do partido governista não tivesse votado a favor dele.

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Segundo afirmou a agência Kyodo, o escândalo de corrupção político em redor da presidente sul-coreana estourou após Park Geun-hye ter se desculpado publicamente pelo chamado "vazamento" de dezenas de textos dos discursos presidenciais, mesmo antes de eles serem pronunciados, para sua amiga chegada, Choi Soon-sil. Ela mesma não ocupa qualquer cargo oficial no governo. Após o regresso à Coreia do Sul, Choi Soon-sil foi detida. Ela e dois funcionários da administração da presidente foram acusados de abuso de poder e corrupção.

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Após declaração do impeachment em 9 de dezembro, o primeiro-ministro do país, Hwang Kyo-ahn, assumiu as funções de presidente. O Tribunal Constitucional da Coreia do Sul deve examinar, no prazo de meio ano, a constitucionalidade da decisão do parlamento sobre o impeachment da presidente. Se a decisão entrar em vigor, a data das novas eleições presidenciais deverá ser marcada no prazo de dois meses.

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