18:24 21 Agosto 2017
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    Presidente norte-americano Barack Obama discursa entre o Secretário de Estado John Kerry e o Secretário de Defesa Ashton Carter, depois da reunião do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, Washington, EUA, 25 de fevereiro de 2016

    Coreia do Norte chama governo dos EUA de 'corja de bandidos ilegítima'

    © AFP 2017/ MANDEL NGAN
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    A chancelaria norte-coreana chamou a administração liderada pelo presidente Barack Obama de "corja de bandidos ilegítima". Esta declaração de Pyongyang foi feita em resposta às recentes palavras do secretário de Estado dos EUA, John Kerry, que disse que a Coreia do Norte é um "regime ilegítimo"

    "A camarilha de Obama, incluindo Kerry é uma corja de bandidos ilegítima, porque eles derrubam os governos legítimos em Estados soberanos com quais estão insatisfeitos, e já destruíram dezenas de milhares de pessoas inocentes em diferentes partes do mundo", declarou o representante norte-coreano.

    Os diplomatas frisam que, por mais que os EUA tentem colar na Coreia do Norte o rótulo de "regime ilegítimo", isso não "prejudicará a posição estratégica da Coreia do Norte, que demonstra unidade, coesão e o poder imensurável do Estado".

    O secretário de Estado dos EUA, Jonh Kerry chamou na semana passada a Coreia do Norte de "regime ilegítimo", apesar do fato de que o país é membro de pleno direito da ONU.

    Agora os EUA e seus aliados buscam aumentar as sanções e a pressão sobre o país, para obrigar Pyongyang a deixar de desenvolver armas nucleares. Por seu lado, a Coreia do Norte diz que não está disposta a fazer isso até que a ameaça por parte de Washington desapareça.

    A atividade militar do EUA na península Coreana aumentou depois de 5 de setembro, quando a Coreia do Norte testou com êxito três mísseis balísticos que atingiram a zona de defesa aérea do Japão. Depois, em 9 de setembro, Pyongyang realizou seu quinto teste nuclear, o maior na história do país, apesar da proibição da ONU.

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    Tags:
    legitimidade, autoridades, poder, Barack Obama, John Kerry, Pyongyang, Coreia do Norte, EUA
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