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    Cerca de três mil militares chineses realizaram exercícios de combate ao terrorismo na região autônoma de Xinjiang-Uigur da República Popular da China entre 11 e 15 de agosto, informou o Ministério de Defesa chinês na terça-feira (16).

    A agência chinesa Xinhua revela que, durantes os treinos, foram testadas 21 unidades de armas de alta tecnologia.

    Não é a primeira vez que a China realiza esse tipo de exercícios. Os anteriores foram realizados no sul do país e contaram com a participação de mais de três mil soldados.

    A China tem reiterado que se opõe a qualquer manifestação de terrorismo. Em 27 de dezembro de 2015, o país aprovou a primeira lei antiterrorista que prevê interação dos órgãos de governo, militares, polícia, bem como reforço de segurança no transporte e controle nas fronteiras, entre outras medidas. O documento também prevê a criação de um centro de inteligência para recolhimento de dados.

    Vale notar que Pequim acusa o grupo terrorista, chamado Turquestão do Leste, que atua nesta mesma região autônoma de Xinjiang-Uigur, por manter ligação a vários grupos terroristas internacionais, inclusive ao Al-Qaeda. O referido grupo recruta residentes locais e manda-os aos campos extremistas na Síria e no Iraque.

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    Tags:
    China, Síria, Iraque, Al-Qaeda, Xinhua, segurança, exercícios militares, extremistas, interação, antiterrorismo
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