21:47 23 Outubro 2021
Ouvir Rádio
    Américas
    URL curta
    9733
    Nos siga no

    De acordo com Gina Raimondo, secretária de Comércio dos EUA, Washington planeja intensificar a colaboração com seus parceiros europeus em matéria de controle de exportações, para contra-atacar o gigante asiático.

    Os EUA precisam conseguir o apoio da União Europeia para contra-atacar a crescente influência militar e econômica da China, assegurou Gina Raimondo.

    "Se realmente queremos retardar o ritmo de inovação da China, devemos trabalhar com a Europa [...] Os EUA são mais eficazes quando trabalham com seus parceiros", afirmou.

    Segundo a secretária, Washington planeja intensificar a colaboração com a Europa em matéria de controle de exportações, com o objetivo, entre outros, de "privar a China de tecnologia avançada" para que o país asiático não possa alcançar os países ocidentais em setores importantes como o dos semicondutores.

    "Não queremos que governos autocráticos como a China ditem as regras. Nós, junto com nossos parceiros, que se preocupam com a privacidade, liberdade, direitos individuais, proteção individual, devemos ditar as regras", ressaltou.

    Nesta quarta-feira (29), a secretária de Comércio norte-americana participa, junto com o secretário de Estado Antony Blinken, na reunião inaugural do Conselho de Comércio e Tecnologia UE-EUA em Pittsburgh (EUA), onde abordará o crescente papel da China nos mercados mundiais.

    Mais:

    Força Aérea dos EUA deve ser mais rápida na contenção da China ou enfrentará catástrofe, diz general
    Biden diz que EUA não procuram 'nova Guerra Fria' em referência à China, na Assembleia da ONU
    ONU alerta sobre risco de nova Guerra Fria 'mais perigosa e difícil de lidar' entre China e EUA
    Tags:
    EUA, China, guerra comercial, Guerra Fria, tecnologias, tecnologia, Europa, política
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar