03:33 24 Setembro 2021
Ouvir Rádio
    Américas
    URL curta
    13243
    Nos siga no

    Jeanine Áñez, que se declarou presidente interina da Bolívia entre 2019 e 2020, fez "pequenos arranhões em um de seus braços" enquanto estava presa, o que foi rotulado de "tentativa de suicídio" por um policial.

    Jeanine Áñez, que se declarou presidente interina da Bolívia (2019-2020), "tentou se ferir" no sábado (21) em sua prisão, informou Eduardo del Castillo, ministro do governo da Bolívia.

    "A saúde da sra. Jeanine Áñez é completamente estável. Lamento informar ao povo boliviano que Jeanine Áñez tentou se ferir nas primeiras horas desta manhã", disse em uma coletiva de imprensa.

    "Ela tem alguns pequenos arranhões em um de seus braços, mas não há nada com que se preocupar. São lesões superficiais, que não geraram nenhum tipo de lesão considerável", acrescentou.

    Um funcionário policial classificou o incidente de "tentativa de suicídio".

    "O médico forense chegou ao local para fazer um diagnóstico da sra. Jeanine Áñez para fazer uma avaliação do estado em que se encontra", disse Douglas Uzquiano, diretor da Força Especial de Combate ao Crime (FELCC) a uma emissora local. Del Castillo, por sua vez, nega que ela tenha tentado acabar com sua própria vida.

    Áñez foi detida no início de 2021 por acusações de golpe de Estado contra o então presidente boliviano Evo Morales em 2019, incriminações que ela nega. Nas últimas duas semanas até quarta-feira (18) Áñez foi levada temporariamente ao hospital por três vezes.

    Na sexta-feira (20) o Ministério Público da Bolívia a acusou de genocídio. Neste momento Jeanine Áñez aguarda julgamento.

    Mais:

    Governo argentino amplia denúncia contra ex-presidente Macri por envio de armas à Bolívia em 2019
    Ex-presidente argentino Macri nega ter fornecido armas à Bolívia durante golpe de Estado de 2019
    Governo da Bolívia pretende processar ex-presidente interina Áñez por supostos massacres
    Tags:
    Bolívia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar