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    Nesta quarta-feira (23), o vice-ministro da Defesa da Venezuela, almirante Alexander Velásquez Bastidas, disse que os EUA atacam a rede de energia elétrica do país para intimidar a nação e viabilizar o tráfico de drogas.

    "Os Estados Unidos da América realizam ciberataques para ameaçar o país [e] para permitir o tráfico de drogas e o comércio de drogas. Vocês sabem que o sistema de energia elétrica do país é vulnerável a tais ataques", disse Velásquez Bastidas na Conferência de Segurança Internacional de Moscou.

    Em março de 2019, Venezuela foi atingida por dois apagões massivos. Ambos os casos foram provocados por incidentes na maior usina hidrelétrica do país, tendo sido atribuídos a ataques cibernéticos e "impacto mecânico". O ministro da Comunicação e Informação da Venezuela informou que os suspeitos foram detectados. Eles são residentes dos EUA, Espanha e Colômbia e os pedidos para sua captura foram enviados para a Interpol.

    Recentemente, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse que Moscou vai continuar ajudando a Venezuela a aumentar sua capacidade de defesa.

    "Continuamos as negociações sobre o fornecimento de novos lotes de um ou outro tipo de arma de acordo com os desejos que nossos amigos venezuelanos nos transmitem com base em sua avaliação das necessidades de suas Forças Armadas e de segurança", acrescentou o chefe da diplomacia russa.

    Lavrov também criticou as sanções impostas a Caracas como "ilegítimas", observando que Moscou continuará sua cooperação com o país sul-americano para benefício de ambos os lados.

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    Tags:
    rede elétrica, Venezuela, EUA, ciberataque
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