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    Situação da COVID-19 em meados de abril no mundo (75)
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    A comunidade de inteligência dos EUA ainda não conhece as origens do vírus que causa a COVID-19 e acredita que ele possa ter surgido naturalmente após o contato humano com um animal ou em um acidente de laboratório.

    "É absolutamente certo que a comunidade de inteligência não sabe exatamente onde, quando ou como o vírus foi transmitido inicialmente. Basicamente, os componentes foram fundidos em torno de duas teorias alternativas. Esses cenários são: surgiu naturalmente do contato humano com um animal infectado ou foi um acidente de laboratório", disse nesta quarta-feira (14) a diretora de Inteligência Nacional, Avril Haines, em depoimento no Senado norte-americano.

    "Estamos continuando a trabalhar nessa questão e a coletar informações", disse Haines em resposta ao questionamento do senador Marco Rubio, principal republicano do Comitê de Inteligência do Senado, sobre a disseminação precoce do vírus na China, segundo publicou a Reuters.

    Especialistas da OMS chegam ao aeroporto de Wuhan, na província de Hubei, China, em 14 de janeiro de 2021. Equipe foi formada para investigar possíveis origens do novo coronavírus, identificado primeiramente nessa região.
    © AP Photo / Ng Han Guan
    Especialistas da OMS chegam ao aeroporto de Wuhan, na província de Hubei, China, em 14 de janeiro de 2021. Equipe foi formada para investigar possíveis origens do novo coronavírus, identificado primeiramente nessa região

    Muitos legisladores dos EUA denunciaram a China por não ser mais transparente sobre a ameaça inicial do coronavírus. O ex-presidente republicano Donald Trump foi criticado por chamá-lo de "vírus da China".

    O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse em março que os dados foram ocultados dos investigadores da OMS que viajaram à China para pesquisar as origens do coronavírus.

    Diretores de agências de inteligência dos EUA na audiência foram questionados sobre quanto de suas forças de trabalho haviam sido vacinadas contra COVID-19. O diretor da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), William Burns, disse que 80% de seus homens receberam pelo menos uma vacina; o diretor da Agência de Inteligência de Defesa, tenente-general Scott Berrier, disse que entre 40% e 50% do seu pessoal foi imunizado.

    O diretor do FBI, Christopher Wray, disse que não poderia fornecer ao comitê uma porcentagem aproximada, porque sua força de trabalho está espalhada por muitos estados dos EUA.

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    Situação da COVID-19 em meados de abril no mundo (75)

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    Tags:
    pandemia, novo coronavírus, COVID-19, Senado, inteligência, governo, EUA
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