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    COVID-19 no final de março de 2021 no Brasil (116)
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    A militar Pam Keith, que tentou ser deputada federal pelo estado da Flórida, usou suas redes sociais para chamar Bolsonaro de genocida e defendeu uma intervenção dos EUA no Brasil.

    A política do presidente Jair Bolsonaro ante a pandemia da COVID-19 segue sendo alvo de críticas pelo mundo. Ontem (27), foi a vez da integrante do Partido Democrata dos Estados Unidos, Pam Keith, que concorreu ao cargo de deputada federal nas últimas eleições.

    Apesar de ter perdido a eleição para o republicano Brian Mast, que teve 56,3% dos votos, Pam Keith, que também é militar, possui grande influência nas redes sociais. Em suas redes, ela chamou o presidente brasileiro de "um bruto corrupto, genocida e incompetente".

    Em seguida, Pam Keith defendeu uma solução intervencionista para a crise envolvendo a COVID-19 e o governo brasileiro. 

    Repito meu alerta de que a crise da COVID-19 no Brasil é um problema sério. A falta de liderança de Bolsonaro está criando uma crise econômica e de saúde, culminando em um escândalo político de proporções épicas. Os EUA precisam ser proativos e liderar uma intervenção internacional.

    Ainda de acordo com uma sequência de publicações de Pam Keith, "estou convocando um esforço internacional (não apenas dos Estados Unidos), transparente e humanitário que realmente ajude na distribuição e infraestrutura. Trata-se de salvar vidas", escreveu.

    Neste domingo (28), em resposta aos seus seguidores, a democrata voltou a criticar o presidente do Brasil, comparando-o com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump.

    [Não importa] quais eram as realidades de Trump/Bolsonaro, nosso irresponsável, incompetente e corrupto ditador se foi. O seu não. Brasileiros estão morrendo agora! A exigência é agora! Não estou perguntando ou mesmo pensando que os brasileiros confiariam nos EUA. Estou pedindo uma resposta da coalizão internacional.

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    COVID-19 no final de março de 2021 no Brasil (116)

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    Tags:
    Partido Democrata, Bolsonaro, pandemia, Brasil, EUA, COVID-19
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