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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de fevereiro de 2021 (110)
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    O subsecretário federal de Saúde, Hugo López-Gatell, afirmou que o governo estratificou os municípios de acordo com a taxa de mortalidade e escolherá a zona mais vulnerável para iniciar a imunização com a vacina russa.

    As primeiras 200 mil doses da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19, que chegarão ao México no próximo sábado (20), serão destinadas para a aplicação em um município "altamente marginalizado", afirmou o subsecretário federal de Saúde, Hugo López-Gatell.

    "Não vou dizer o local específico, mas o segmento social: vai ser um município de alta marginalização social, urbano e que teve uma alta taxa de mortalidade", disse López-Gatell em entrevista coletiva, após participar de uma reunião com o presidente Andrés Manuel López Obrador sobre medidas contra a pandemia.

    O principal porta-voz federal de assuntos relacionados à pandemia afirmou que o governo realizou uma estratificação dos municípios de acordo com a taxa de mortalidade. "É muito diferente do número de mortos, porque, obviamente, onde há mais população há mais mortos", explicou o epidemiologista.

    Lopez-Gatell ressaltou que a mortalidade mede "o risco e a probabilidade de que haja mortes" em um segmento social.

    O local designado, segundo o subsecretário de Saúde, será "uma zona urbana com elevada densidade populacional, onde existe alta mortalidade". Ele disse que o objetivo é "proteger as pessoas em maior risco e, ao mesmo tempo, em maior vulnerabilidade social".

    Andrés Manuel López Obrador, presidente de México
    © AP Photo / Marco Ugarte
    Andrés Manuel López Obrador, presidente de México

    Vacinação no México

    O contrato do país para adquirir a Sputnik V prevê um total de 24 milhões de doses por US$ 240 milhões (aproximadamente R$ 1,3 bilhão), para atender 12 milhões de pessoas, já que são necessárias duas aplicações.

    Independentemente de municípios, o critério será o mesmo das duas primeiras vacinas que já começaram a ser utilizadas no país - a da americana Pfizer, desde dezembro do ano passado, e a da britânica AstraZeneca, desde a última segunda-feira (15).

    Assim, serão vacinados primeiro os profissionais de Saúde que estão na linha de frente no combate à COVID-19 e, em seguida, os idosos com mais de 60 anos.

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    Pandemia da COVID-19 no mundo em meados de fevereiro de 2021 (110)

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    Tags:
    Andrés Manuel López Obrador, Sputnik V, vacinação, vacina, México, novo coronavírus, pandemia, COVID-19
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