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    Coronavírus no mundo em meados de janeiro de 2021 (81)
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    O voo 1601, da empresa Aerolíneas Argentinas, que saiu de Moscou ontem (15), pousou neste sábado (16) no aeroporto internacional de Buenos Aires com o segundo lote de 300 mil doses da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19.

    Após a chegada da aeronave em Buenos Aires, caminhões aguardavam para distribuir a segunda remessa de 300 mil doses em todo o território, escreve o jornal Clarin.

    Com este lote de medicamentos, será dado prosseguimento à imunização do pessoal que trabalha na área da saúde dos 24 distritos do país. O primeiro lote da vacina, que chegou no dia 24 de dezembro, também foi direcionado aos profissionais deste setor.

    Em entrevista para um jornal local, o presidente da Aerolíneas Argentinas, Pablo Ceriani, reconheceu que o transporte do imunizante é "uma tarefa muito importante".

    A expectativa é que o país receba ao longo deste mês mais cinco milhões de doses. Para fevereiro, são esperados mais 14,7 milhões, de acordo com o contrato assinado em 9 de dezembro pelo governo de Alberto Fernández e o Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo).

    A Aerolíneas Argentinas prepara para as próximas semanas outros voos que trarão o resto das doses do antídoto, provavelmente de países como Índia ou Coreia do Sul. 

    A Argentina acumula mais de 1,7 milhão de casos da COVID-19 e registrou mais de 45.000 mortes.

    Autorização da vacina na Argentina

    Em 23 de dezembro de 2020, a Argentina se tornou o primeiro país latino-americano a autorizar o uso da Sputnik V em seu território. No total, o governo prometeu comprar 20 milhões de doses da vacina Sputnik V. 

    Em um comunicado do Ministério da Saúde da Argentina, a Administração Nacional de Medicamento, Alimentos e Tecnologia Médica (ANMAT, na sigla em espanhol) do país ressaltou que a Sputnik V "não apresentou eventos adversos graves nem faltou a menor eficácia nos diferentes grupos etários para os quais está indicada atualmente".

    Vacinação contra COVID-19 na Argentina com a vacina russa Sputnik V
    © REUTERS / Agustin Marcarian
    Vacinação contra COVID-19 na Argentina com a vacina russa Sputnik V

    Tema:
    Coronavírus no mundo em meados de janeiro de 2021 (81)

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    Tags:
    Buenos Aires, COVID-19, vacina, Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI), Sputnik V, Argentina
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