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    Coronavírus no mundo em meados de dezembro (87)
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    Primeira imunização foi num hospital em Nova York. A mulher se chama Sandra Lindsay e dois outros profissionais de saúde no mesmo centro médico seriam vacinados na segunda-feira (14).

    A primeira imunização contra a COVID-19 no país mais atingido pela doença no planeta aconteceu no Centro Médico Judaico de Long Island, na cidade de Nova York na manhã de segunda-feira (14).

    A primeira pessoa a ser vacinada foi uma enfermeira afro-americana chamada Sandra Lindsay que trabalha numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI) deste hospital, informou a rede de TV Fox News.

    Sandra lida com pacientes da doença há dez meses e é funcionária da Northwell Health, uma rede de saúde integrada sem fins lucrativos que é a maior provedora de saúde e empregadora privado do estado de Nova York com mais de 74 mil funcionários em 2020. A empresa comentou que pretendia vacinar, ainda na segunda-feira (14), dois outros profissionais de saúde no hospital.

    A transmissão ao vivo em várias redes de TV do país mostrou Sandra tomando a vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer, em colaboração com o laboratório alemão BioNTech, sob aplausos. Inclusive dela. 

    Sandra agradeceu a todos que lutam contra a COVID-19 pelo mundo e o esforço de cada pessoa, da ação de cada uma delas para vencer o novo coronavírus.

    Sandra comentou que "não sentiu nada diferente", mas que estava "ótima" e "esperançosa".

    O governador do estado de Nova York, Andrew Cuomo, lembrou que pelo menos 75% da população precisa tomar a vacina para vencer o vírus. 

    O presidente Donald Trump comentou postando em uma rede social.

    ​Aplicada a primeira vacina. Parabéns, Estados Unidos da América! Parabéns, MUNDO!

    A expectativa das autoridades sanitárias do país é que o vírus pare de circular até maio quando termina primavera no Hemisfério Norte.

    Segundo a Universidade Johns Hopkins, os Estados Unidos têm 16,258 milhões de infectados. E devem chegar na segunda-feira (14) a 300 mil mortos, quase 120 mil a mais do que o Brasil, o segundo país mais afetado pela COVID-19.

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    Coronavírus no mundo em meados de dezembro (87)

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    Tags:
    Donald Trump, Pfizer, Universidade Johns Hopkins, novo coronavírus, Nova York, Estados Unidos, COVID-19
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