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    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)
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    A insuficiência corresponderia às doses adicionais previstas no contrato assinado entre Estados Unidos e a farmacêutica, segundo jornal.

    A farmacêutica norte-americana Pfizer contou para administração de Donald Trump que não poderá fornecer a quantidade suficiente de doses adicionais da vacina contra o coronavírus antes do fim de junho ou julho, uma vez que outros países compraram a maior parte do suprimento, informou o The Washington Post, citando fontes conhecedoras da situação.

    O The Washington Post sugeriu que o governo dos EUA poderia não conseguir suprimentos tão rapidamente como previsto. Em consequência, surgem dúvidas se as autoridades norte-americanas poderiam manter calendário de vacinação da maioria da população até final de junho ou julho do ano que vem.

    Em julho, surgiu uma informação de que os EUA assinaram contrato com a empresa farmacêutica Pfizer e a companhia biotecnológica alemã BioNTech de compra de 600 milhões de doses de vacina contra o coronavírus. Segundo o contrato, após recebimento das primeiras 100 milhões de doses, as autoridades dos EUA devem pagar às empresas US$ 1,95 bilhão (R$ 9,94 bilhões). Além do mais, o acordo prevê a possibilidade de os EUA comprarem até 500 milhões de doses adicionais.

    A porta-voz da Pfizer, Amy Rose, se recusou a confirmar informação sobre negociações da empresa com o governo dos EUA, anunciando que, fora as primeiras 100 milhões de doses garantidas pelos EUA, é preciso concluir um tratado separado para obtenção de doses adicionais.

    Segundo o jornal, representantes da administração Trump negaram que no segundo trimestre surgissem problemas com a disponibilização da vacina, se referindo a outros medicamentos em desenvolvimento. No entanto, alguns funcionários oficiais familiares aos acordos anunciaram que o suprimento de vacinas de outras empresas pode ser insuficiente.

    Primeiramente, a Pfizer e a BioNTech planejavam fornecer 100 milhões de doses da vacina para os EUA até o fim do ano, mas agora o número de doses corresponde a 50 milhões.

    Em novembro, a companhia alemã BioNTech e a empresa farmacêutica Pfizer informaram sobre o sucesso da terceira fase de testes clínicos de sua vacina, registrando uma eficácia de 95% contra a infecção pelo SARS-CoV-2. Na quarta-feira (2), o Reino Unido se tornou o primeiro país a aprovar a vacina Pfizer/BioNTech contra o coronavírus.

    Tema:
    Pandemia de COVID-19 no mundo no início de dezembro (93)

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    Tags:
    EUA, Pfizer, COVID-19
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