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    COVID-19 no mundo no fim de novembro (67)
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    Os corpos de cerca de 650 nova-iorquinos que morreram de COVID-19 ainda estão sendo armazenados em caminhões refrigerados no Brooklyn, segundo publicação do The Wall Street Journal.

    O jornal publicou neste domingo (22) que o Gabinete do Médico Legista-Chefe de Nova York (OCME, na sigla em inglês) informou que muitos dos corpos são de pessoas cujas famílias não puderam ser localizadas ou que não têm condições de pagar pelos enterros de seus parentes.

    Dina Maniotis, a vice-comissária executiva do OCME que supervisionou a resposta à pandemia da unidade, disse ao The Wall Street Journal que a cidade estava tentando encontrar um destino para os restos mortais, mas que isso estava ocorrendo lentamente.

    Um porta-voz do OCME relatou ao jornal que o necrotério de emergência montado em abril no píer da rua 39 no bairro de Sunset Park, no Brooklyn, permanecerá aberto até que a pandemia do novo coronavírus seja declarada encerrada.

    Segundo o mapa elaborado pela universidade norte-americana Johns Hopkins, os Estados Unidos têm mais de 256.700 mortes pelo novo coronavírus registradas, que é o maior número de mortes por COVID-19 de todos os países do mundo. O estado de Nova York sozinho confirmou mais de 34.300 mortes relacionadas ao vírus SARS-CoV-2.

    Tema:
    COVID-19 no mundo no fim de novembro (67)

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    Tags:
    pandemia, Estados Unidos, COVID-19, Brooklyn, Nova York
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