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    O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira (12) uma ordem executiva proibindo que americanos invistam em cerca de 30 empresas que fazem negócios com o Exército de Libertação Popular (ELP) da China.

    A ordem executiva impede os americanos de colocarem dinheiro em empresas que ajudem o ELP a se modernizar.

    O governo Trump impede a compra ou investimento em fundos de mercados emergentes que incluem as empresas a partir de 11 de janeiro de 2021 e dá às empresas até novembro de 2021 para se desfazerem totalmente deles.

    Segundo uma reportagem do jornal The Wall Street Journal, a ordem lista 31 empresas. A agência Bloomberg publicou em junho lista parcial de 20 companhias, que inclui empresas de design aeroespacial, empresas de construção naval e empreiteiras, bem como empresas de tecnologia como a China Mobile Ltd. e China Telecom Corporation.

    Na ordem, Trump afirma que a República Popular da China (RPC) "está explorando cada vez mais o capital dos Estados Unidos para obter recursos e permitir o desenvolvimento e a modernização de seus aparelhos militares, de inteligência e de outros aparelhos de segurança, o que continua a permitir que a RPC ameace diretamente o território dos Estados Unidos e as forças dos Estados Unidos no exterior, incluindo o desenvolvimento e implantação de armas de destruição em massa, armas convencionais avançadas e ações cibernéticas maliciosas contra os Estados Unidos e seu povo".

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    Tags:
    atividades militares, militares, negócios, sanções, China, Estados Unidos, China e Estados Unidos na África, Donald Trump
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