13:02 24 Novembro 2020
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    Manifestantes e policiais entraram em confronto em Santiago, capital do país. Há pelo menos 18 agentes de segurança feridos. Veículos da polícia e a igreja da Assunção foram incendiados.

    Milhares de manifestantes se reuniram neste domingo (18) na Praça Itália, no centro de Santiago, no Chile, para uma manifestação que terminou em confronto com a polícia e vandalismo.

    O ato foi organizado para celebrar o primeiro aniversário do início dos protestos no Chile, que exigiam maior igualdade social e reformas no Estado.

    Depois de um início pacífico, à tarde foram registrados atos de violência. Mais de 15 estações de metrô foram temporariamente fechadas em meio aos tumultos.

    Manifestantes atacaram uma sede da polícia e a igreja da Assunção, que foi incendiada.

    Caos absoluto em Santiago: a torre da igreja caiu em chamas.

    ​O fogo provocou o desabamento da torre sineira do edifício, e sete corpos de bombeiros da capital trabalharam para controlar o incidente.

    ​O momento exato em que a cúpula da Paróquia da Assunção cai após ser consumida pelo fogo.

    A polícia de Santiago prendeu dez pessoas por suposta participação no evento e estimou que o comício deste domingo (18) atraiu cerca de 25 mil manifestantes, bem menos do que os maiores protestos de 2019. 

    Protestos em 2019

    As manifestações do ano passado, que eclodiram no dia 18 de outubro, levaram milhões de chilenos às ruas para pedir reformas nos sistemas de pensões, saúde e educação.

    Em meio aos episódios de saques, motins e incêndios nas estações de metrô, o governo chileno decretou estado constitucional de exceção para deixar a segurança da capital nas mãos dos militares, o que não acontecia desde a ditadura de Augusto Pinochet.

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    Tags:
    prisão, polícia, manifestantes, incêndio, protestos, Chile
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