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    Na quarta-feira (1º) a autoridade eleitoral venezuelana anunciou a data da eleição dos membros da Assembleia Nacional da Venezuela.

    Os venezuelanos escolherão os 277 deputados da Assembleia Nacional no dia 6 de dezembro deste ano, segundo anunciou a presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Indira Alfonzo, em comunicado televisionado.

    ​A presidente do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Indira Alfonzo Izaguirre, anunciou a aprovação por unanimidade do Cronograma Eleitoral e a convocatória do processo em que serão eleitos os deputados e deputadas da Assembleia Nacional.

    A atual Assembleia tem maioria da oposição e segue liderada pelo autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó, assim reconhecido pelos Estados Unidos e mais de 60 países, incluindo o Brasil. Em contrapartida, países como Rússia, China, Turquia, Cuba e Irã, reconhecem o presidente venezuelano Nicolás Maduro como líder legítimo no país.

    Mulher usa máscara para se proteger do coronavírus na Venezuela
    © AP Photo / Esteban Felix
    Mulher usa máscara para se proteger do coronavírus na Venezuela

    As eleições legislativas deste ano na Venezuela terão um aumento do número de deputados, de 167 para 277, devido ao crescimento da população venezuelana - que gira em torno de 32 milhões de habitantes, conforme informou a agência AP.

    As eleições anteriores foram realizadas na Venezuela em 2015, e os poderes da atual Assembleia Nacional expiram em dezembro de 2020. O presidente do país, Nicolás Maduro, sugeriu mais de uma vez ao longo de 2019 a realização de eleições antecipadas para a Assembleia Nacional.

    O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, (à direita), cumprimenta o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, (à esquerda) em Washington, no dia 6 de fevereiro de 2020.
    © AP Photo / Luis M. Alvarez
    O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, (à direita), cumprimenta o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, (à esquerda) em Washington, no dia 6 de fevereiro de 2020.

    O pleito de dezembro será acompanhado de medidas sanitárias, segundo anunciou Indira Alfonzo, tendo em vista que não há previsão para o término da pandemia do novo coronavírus, que já infectou 6.062 pessoas e matou 54 na Venezuela, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

    Tema:
    Mundo enfrentando COVID-19 no início de julho (40)

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    Tags:
    Juan Guaidó, Nicolas Maduro, Rússia, China, Venezuela
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