11:10 05 Junho 2020
Ouvir Rádio
    Américas
    URL curta
    353
    Nos siga no

    O ex-presidente boliviano Evo Morales defendeu o primeiro centro nuclear da Bolívia, que se encontra na última fase de construção em El Alto.

    As obras foram suspensas pelo Governo transitório, que alega uma suposta violação da Constituição.

    Paralisaram grandes obras que tinham financiamento orçamentado como o Centro de Pesquisa Nuclear, cujo investimento era do TGN (Tesouro Geral da Nação), por isso não requeria a aprovação da ALP (Assembleia Legislativa Plurinacional); uma linha de Trem Metropolitano em Cochabamba; a planta de Urea; e a construção de estradas.

    No dia 12 de fevereiro, a Agência Boliviana de Energia Nuclear (ABEN) anunciou que a interrupção das obras da usina que a empresa russa Rosatom estava construindo.

    O centro deveria contar com um reator de pesquisa de baixa potência, um equipamento de medicina nuclear para detecção de câncer, além de uma planta multipropósito de irradiação gama para o tratamento de produtos agrícolas para exportação.

    Em setembro de 2017, a ABEN firmou um acordo com a Rosatom para a construção da instalação, que elevaria o país a outro nível científico.

    Mais:

    Evo Morales embarcou para Cuba para fazer 'um tratamento', diz Alberto Fernández
    Evo Morales promete criar 'milícias armadas' se voltar para Bolívia, segundo Reuters
    Ministro boliviano diz que pediu à Interpol prisão de Evo Morales
    Tags:
    constituição, violação, centro nuclear, Evo Morales, Bolívia
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar